Gestão Ambiental 2014/2017
segunda-feira, 9 de março de 2015
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Pré revisão da visita de estudo- ETA do Lever e TurboGás
Águas do Douro e Paiva-ETA do Lever
-Pré-tratamento
-Pré-oxidação
-Doseamento de Carvão Ativado em pó
-CoCoDAFF (Flotação e Filtração)
O processo CoCoDAFF (Counter Current Dissolved Air Flotation and Filtration), conjuga numa só unidade duas etapas de tratamento: flotação e filtração. Na primeira, os flocos formados na etapa da coagulação/floculação são arrastados para a superfície, por microbolhas de ar introduzidas na unidade. Na segunda etapa, a água clarificada entra diretamente no filtro, constituído por areia e antracite, onde são capturadas as partículas sólidas mais pequenas, que não tenham sido separadas na flotação. Esta tecnologia permite a remoção eficaz de substâncias pouco densas, nomeadamente, as algas.

-Desinfecção final
É efetuada uma desinfecção final com Cloro, de modo a garantir a qualidade bacteriológica de água produzida, quer à saída da estação, quer ao longo de toda a rede de distribuição.

-Elevação de Água Tratada
A água tratada é armazenada num reservatório com capacidade para 30.000 m3, sendo depois elevada para os Reservatórios de Jovim, de Lagoa e de Seixo Alvo.

-Tratamento de Lamas
As águas de lavagem dos filtros e as lamas recolhidas à superfície do CoCoDAFF são dirigidas para a Unidade de Tratamento de Lamas, onde são desidratadas. Este processo é realizado em duas etapas: espessamento e centrifugação. A água recuperada durante este processo é encaminhada para o reservatório de água bruta, ou seja, para o início do processo de tratamento de água.

-Controlo de Qualidade
Ao longo da Estação de Tratamento existem diversos pontos de amostragem e de análise automática de diversos parâmetros da qualidade da água. Estes analisadores permitem uma monitorização constante da eficiência do processo e do controlo da qualidade da água produzida.

Considerada das melhores estruturas do género na Europa, a
ETA de Lever é responsável pelo tratamento de água para cerca de milhão e meio
de habitantes, 85% da população abrangida por todo sistema da AdDP. Constitui
por isso a mais emblemática estrutura da empresa e emprega os mais sofisticados
meios tecnológicos no processo de tratamento, tornando-a capaz de produzir
cerca de 400 mil m³ de água, sempre com base no respeito pelas regras
ambientais, encontrando-se perfeitamente integrada na paisagem circundante.
A ETA é procurada, frequentemente, para a realização de
atividades de Investigação e Desenvolvimento , com base em acordos com a
comunidade científica e para a Educação Ambiental.
Como chegar à ETA?
Tratamentos realizados nestas instalações:
- Captação
A água é captada na albufeira de Crestuma-Lever por grupos de elevação submersíveis (Fig. 1) e encaminhada para um reservatório de água bruta (Fig. 2). A cota da superfície da água neste reservatório é suficiente para facilitar substancialmente o escoamento de água até ao final do processo (aproveitamento gravítico).
Fig.1
Fig.2
Esta fase pode receber água da captação superficial ou água das atuais captações subterrâneas, de Lever Montante. Em 2007, foi construída uma unidade para precipitação de Manganês, para o caso da água subterrânea.
Para ambos os tipos de captação (superficial e em profundidade), a água recebe um tratamento inicial de filtração pressurizada, passando no sentido descendente por filtros “multicamada”, compostos por uma camada de antracite e por várias camadas de areia, de diferente granulometria.
Ao ser filtrada por este processo, a água beneficia de uma forte redução da sua turvação ou do seu teor de Manganês, conforme a situação (respectivamente, captação superficial e captação em profundidade).
Nesta etapa, a água captada é tratada com Ozono. Este produto oxida a matéria orgânica e elimina microorganismos e algas existentes na água. O Ozono é produzido no local, a partir de Oxigénio.
-Coagulação/Floculação
Após a pré-oxidação, a água é doseada com sulfato de alumínio (coagulante) conjuntamente com um floculante. A adição destes reagentes permite a agregação das partículas em suspensão, facilitando a sua separação nas etapas de tratamento subsequentes. Graças ao perfil hidráulico da instalação, a mistura destes produtos com a água é conseguida sem recorrer a misturadores mecânicos, optimizando a eficiência processual e reduzindo os custos energéticos.
Para remover eventuais pesticidas e melhorar as características organolépticas da água, é possível dosear, juntamente com os reagentes floculantes, Carvão Ativado em Pó.
O processo CoCoDAFF (Counter Current Dissolved Air Flotation and Filtration), conjuga numa só unidade duas etapas de tratamento: flotação e filtração. Na primeira, os flocos formados na etapa da coagulação/floculação são arrastados para a superfície, por microbolhas de ar introduzidas na unidade. Na segunda etapa, a água clarificada entra diretamente no filtro, constituído por areia e antracite, onde são capturadas as partículas sólidas mais pequenas, que não tenham sido separadas na flotação. Esta tecnologia permite a remoção eficaz de substâncias pouco densas, nomeadamente, as algas.

-Desinfecção final
É efetuada uma desinfecção final com Cloro, de modo a garantir a qualidade bacteriológica de água produzida, quer à saída da estação, quer ao longo de toda a rede de distribuição.
-Elevação de Água Tratada
A água tratada é armazenada num reservatório com capacidade para 30.000 m3, sendo depois elevada para os Reservatórios de Jovim, de Lagoa e de Seixo Alvo.
-Tratamento de Lamas
As águas de lavagem dos filtros e as lamas recolhidas à superfície do CoCoDAFF são dirigidas para a Unidade de Tratamento de Lamas, onde são desidratadas. Este processo é realizado em duas etapas: espessamento e centrifugação. A água recuperada durante este processo é encaminhada para o reservatório de água bruta, ou seja, para o início do processo de tratamento de água.

-Controlo de Qualidade
Ao longo da Estação de Tratamento existem diversos pontos de amostragem e de análise automática de diversos parâmetros da qualidade da água. Estes analisadores permitem uma monitorização constante da eficiência do processo e do controlo da qualidade da água produzida.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Cursos de água lênticos e lóticos
As águas doces podem dividir-se em dois tipos ecológicos fundamentais:
Um que apresenta um fluxo unidirecional temporário ou permanente de água e de materiais orgânicos ou inorgânicos, suspensos ou dissolvidos (rios, valas e canais), correspondente às águas lóticas ;
E outro que não apresenta movimentos unidirecionais significativos (lagos, lagoas e albufeiras), correspondente às águas lênticas. Estes dois grupos apresentam características ecológicas distintas e a sua gestão ecológica necessita do conhecimento do seu funcionamento.
Águas lênticas


Águas lóticas

Netgrafia:
http://www.icnf.pt/portal/pesca/resource/doc/gest-rec/est/est-estr/eco-albuf.pdf
Um que apresenta um fluxo unidirecional temporário ou permanente de água e de materiais orgânicos ou inorgânicos, suspensos ou dissolvidos (rios, valas e canais), correspondente às águas lóticas ;
E outro que não apresenta movimentos unidirecionais significativos (lagos, lagoas e albufeiras), correspondente às águas lênticas. Estes dois grupos apresentam características ecológicas distintas e a sua gestão ecológica necessita do conhecimento do seu funcionamento.
Águas lênticas


Águas lóticas

Netgrafia:
http://www.icnf.pt/portal/pesca/resource/doc/gest-rec/est/est-estr/eco-albuf.pdf
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Recursos hídricos em Portugal
Os recursos hídricos são águas superficiais ou subterrâneas
disponíveis para qualquer tipo de uso de região ou bacia.
Estes correspondem, no essencial,
à água que se encontra em circulação nos continentes, tanto à superfície, as
chamadas águas superficiais (rios, lagos,
lagoas e albufeiras), como em profundidade, as ditas águas subterrâneas (nascentes naturais e lençóis de água existentes
no subsolo).
No entanto, esta separação não é totalmente legítima, pois
aquela que é considerada água superficial pode, num determinado lugar,
infiltrar-se e transformar-se em água subterrânea. Do mesmo modo, aquela que é
considerada água subterrânea pode, em determinado lugar, emergir, pelo que
passará a água superficial.
A situação em Portugal neste domínio não parece desfavorável,
já que dispõem de cerca de 61 500 milhões de metros cúbicos de água por ano (59%
de origem interna e 41% de origem externa, o que faz com que cada português disponha
de 6 500 m3/ano).
Este facto, porém, não quer dizer que Portugal não seja
afetado por vários problemas relacionados com este tipo de recurso.
Portugal Continental é marcado por uma forte irregularidade temporal das suas disponibilidades hídricas,
bem como por uma irregularidade espacial,
por uma forte dependência de Espanha
(três dos principais rios nascem em Espanha) e ainda por necessidades que variam bastante de região para região, factores que
em conjunto, estarão na base das fortes carências de água que se registam nos
anos de maior calor ou durante a época estival, nomeadamente no Sul do país.
Rio Minho ( faz fronteira entre Espanha e Portugal)
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